Dynamic Encounters

  Próximas edições –   2017 |  Kassel / Veneza / Münster

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Mais interessante do que discutir
o que é arte, é discutir a lógica interna das obras, levando em consideração sua eficácia ou não.

Nos colocando com toda a disponibilidade em frente a uma obra, se for boa, ela incita algum nível de reflexão. É ingênuo achar que se pode saber sobre uma obra sem saber sobre o artista, o contexto em que ele trabalha e o contexto cultural e histórico em que ele se insere.

Desde 1992, o projeto Dynamic Encounters acontece ininterruptamente, levando grupos de brasileiros a diversos destinos nacionais e internacionais. As programações são imersivas, com visitas a instituições culturais, museus, galerias, bienais e feiras
de arte e, sobretudo, a ateliês de artistas em atividade. Há mais de duas décadas, Charles Watson entrevista artistas no Brasil e no mundo sobre seus processos de criação, linguagens, trajetórias e tudo o mais que é inerente à produção artística.

Ao longo desses 25 anos, foram realizadas mais de 50 viagens internacionais para cidades como Amsterdã, Barcelona, Berlim, Bruxelas, Chicago, Düsseldorf, Houston, Kassel, Londres, Madri, Marfa, Nova York, Paris, Filadélfia e Veneza. E, no Brasil, mais de 60 viagens incluindo Belo Horizonte, Inhotim, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

Com uma proposta estritamente educacional, o projeto é conduzido por
uma equipe de professores composta por artistas, críticos e curadores, cuidadosamente selecionados pela abrangência de suas experiências
e diferenças de abordagem. Juntos, criam uma atmosfera de troca e discussão, provocando nos alunos uma postura ativa por meio do estímulo à observação,
à formulação de perguntas e à especulação sobre o que está sendo visto, analisando desde a lógica interna do trabalho até seu contexto histórico
e curatorial. É uma forma de desenvolver a autonomia do pensamento crítico ou, como disse uma vez Fernando Cocchiarale, curador do MAM-RJ e professor do projeto há mais de 15 anos, é uma forma de “colocar os olhos para pensar”.

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